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A responsabilidade da população no combate à Covid-19

Desde que foi decretada a situação de pandemia, feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS), todas as autoridades sanitárias têm insistido no conceito de isolamento social como principal mecanismo de controle da disseminação do novo coronavírus.

A justificativa se fundamenta na falta de vacinas e ou medicamentos que sejam capazes de parar a reprodução do vírus em seres humanos. Assim, medidas rígidas relativas à quarentena foram adotadas por governadores, prefeitos e secretários de saúde.

Em Goiás, um dos primeiros estados a adotarem o isolamento social em todo o país, a curva de contágio ficou abaixo do esperado. Porém, conforme alerta o governador Ronaldo Caiado, o ciclo de contágio ainda está longe de ser fechado, ou seja, ainda é muito cedo para o relaxamento total quanto às medidas de prevenção.

Ao longo do período de isolamento social, desde o final de março, algumas alterações flexibilizaram as regras de distanciamento no estado e em cidades da região metropolitana, a exemplo de Aparecida de Goiânia.

O prefeito Gustavo Mendanha anunciou na semana passada que a partir dessa terça-feira (28), 82% das empresas poderão reabrir as portas. Porém, alerta que, caso os empresários e, principalmente, a população não cumpra com todas as determinações de prevenção, pode haver um endurecimento no isolamento social em Aparecida.

A mesma preocupação aparece nas falas do governador. Recentemente ele disse que pode revogar a liberação de funcionamento de parte do comércio que segue com as portas abertas. Nos últimos dias o noticiário goiano tem mostrado aglomerações em diversas cidades.

Além das aglomerações há ainda parte da população que não adotou o uso de máscaras, o que é obrigatório em todo o estado. São vistas pessoas sem o adereço em filas de banco, lotéricas, praças, comércios, além de feiras e interior dos condomínios.

O Comitê de Prevenção e Enfrentamento à Covid-19 em Aparecida de Goiânia, formado pela prefeitura e sociedade civil, realiza reuniões para traçar novas estratégias, porém as ações só terão o efeito esperado caso a população faça a sua parte.

Não chegaremos ao fim dessa pandemia esperando ações apenas do poder público. Aliás, são agentes que merecem nosso reconhecimento pelas ações acertadas no enfrentamento ao novo coronavírus. Governador, prefeitos, secretários de saúde, economia, desenvolvimento social, entre outros.

Assim, a Associação Comercial, Industrial e Empresarial da Região Leste de Aparecida de Goiânia (ACIRLAG ), vem, alertar a população para a responsabilidade individual de cada um.

São medidas que, além de prevenir novos contágios, vão garantir a permanência da reabertura das empresas e comércios fazerem girar a economia, garantir o sustento das famílias, voltarmos à nossa rotina de normalidade. Termos vida social, morar em um estado que cresce, que se desenvolve, que dá exemplo sendo um povo que se preocupa com o bem-estar individual e coletivo.

(Maione Padeiro é presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial da Região Leste de Aparecida de Goiânia (ACIRLAG)

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