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Começa na segunda-feira (20) a Semana Nacional de Educação Financeira

Entre os dias 20 e 24 de maio em todo o país é comemorada a Semana Nacional de Educação Financeira.Realizada anualmente desde 2014, ela reúne diversas ações educacionais, gratuitas, presenciais e online. O objetivo é disseminar a educação financeira e previdenciária no país, além de contribuir para o fortalecimento da cidadania. Um dos principais assuntos discutidos durante esses cinco dias é a educação financeira na infância.

Ter uma atitude responsável e consciente em relação ao dinheiro é algo que, desde cedo, devemos ensinar às crianças e adolescentes. Para criar essa relação saudável com o dinheiro, é preciso investir no conceito de educação financeira infantil e incentivar o conhecimento. Esse é um recurso importante que pode evitar futuros endividamentos ou um comportamento consumista exagerado na vida adulta.

Mas afinal, como fazer para as crianças entenderem a importância de economizar, aprendam o básico sobre finanças e levem esses ensinamentos para toda a vida? Segundo o consultor contábil, Cássius Pimenta, os pais são fundamentais neste processo. São eles os responsáveis por traçar regras e limites para que as crianças sigam desde muito pequenos e saibam no futuro tomar boas decisões sobre economia. Saber o resultado de cada atitude tomada com o dinheiro vai levar a criança a perceber as consequências para cada decisão.

Outra forma de ensinar a poupar é o cofrinho. Cassius explica que essa é uma boa forma de incentiva a criança a guardar parte do que ganhar para comprar coisas que realmente quer. Para deixar a criança ainda mais dedicada a poupar é importante os pais não darem tudo que ela pede. “O ideal é que ele explique para a criança que se ela guardar dinheiro poderá no futuro comprar o objeto desejado com o próprio dinheiro”, afirma o consultor.

A conversa sobre o tema deve ser frequente em casa, para tornar a educação financeira algo natural entre a família. Com o passar do tempo, esses ensinamentos ficaram intrínsecos no comportamento da criança. Sempre que desejar algo ela já calcula quanto será necessário poupar e por quanto tempo para conseguir adquirir o produto.

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