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Fábricas de Cultura investem em tecnologia de inteligência artificial

Pessoas com deficiência visual já contam com uma novidade nas Fábricas de Cultura Vila Curuçá, Sapopemba, Itaim Paulista, Parque Belém, Cidade Tiradentes e São Bernardo do Campo, todas na zona Leste de São Paulo e em São Bernardo do Campo, o que permite a leitura de livros por meio de uma armação na qual uma câmera instalada faz a leitura por meio de visão artificial e acesso à informação sem a necessidade de conexão com a internet.

As bibliotecas das unidades já contam com Linha Braille, Leitor Autônomo, Leitor de Livros Digitais, Ampliador de Caracteres, Teclado Ampliado, Mouse Adaptado, Folheador Eletrônico e Impressora Braille. Entretanto, com um equipamento chamado OrCam MyEye, ao apontar os óculos para livros, revistas e jornais, além de textos no celular, tablets e computadores, embalagens, letreiros de lojas e placas indicativas, são detectados textos em português, inglês e espanhol.

A velocidade do equipamento pode ser controlada, possibilitando a leitura de 100 a 250 palavras por minuto, além de permitir a escolha entre voz masculina e feminina e comandos para pausar, adiantar ou retroceder a leitura, tudo offline. Podem utilizar esse equipamento pessoas com baixa visão ou nenhuma.

“Nosso objetivo é oferecer aos alunos ainda mais acessibilidade, por meio de ações e atividades nas Fábricas de Cultura do governo do estado, investindo em equipamentos e infraestrutura de ponta. Em parceria com a Organização Social Catavento Cultural e Educacional, iremos entregar hoje seis unidades dos dispositivos eletrônicos para pessoas com deficiência visual”, afirmou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Sérgio Sá Leitão.

O aparelho consegue, ainda, identificar cores e tonalidades, reconhecer pessoas e gêneros, rostos, informar a data e hora com um simples gesto de girar o pulso e identificar produtos pelo código de barras. Após o reconhecimento, retransmite a informação discretamente no ouvido do usuário.

Acessibilidade
Atualmente, as Fábricas de Cultura da Zona Leste dispõem de acessibilidade em toda a sua infraestrutura predial, o que favorece o acesso, bem como oferece a inclusão de pessoas com deficiência.

Para proporcionar a comodidade na utilização, os espaços contam com rampas de acesso, piso tátil de alerta para indicação de obstáculos, como escadas, rampas e elevadores, sendo que o elevador preferencial fica localizado em espaço visível aos visitantes, banheiros adaptados e banheiros (feminino e masculino) localizados no piso térreo e cadeiras de rodas na recepção para atendimento do público que necessita do recurso.



– Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil – YWD 987290

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