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Filhote de Tatu Galinha é levado ferido para Batalhão do CB em Goiânia

Nesta quarta-feira, 16, o 8º Batalhão Bombeiro Militar, em Goiânia, recebeu na unidade um filhote de Tatu Galinha. O animal silvestre foi entregue por um homem, o qual relatou ter o resgatado fugindo de um incêndio em vegetação próximo a sua residência.

Um sobriviente

O filhote estava desidratado e com alguns ferimentos de queimadura pelo corpo. Os Bombeiros Militares forneceram água e o encaminharam para o Centro de Triagem de Animais Silvestres – CETAS.

Senhor de uma armadura sem igual, o tatu-galinha, a exemplo de outros de sua espécie, é um sobrevivente. Caçado indiscriminadamente pelo homem, por causa de sua carne, em alguns lugares do Brasil o ritmo de crescimento de sua população está até comprometido. Este mamífero está entre as dez espécies mais apreendidas pelo Ibama entre os animais vítimas da caça ilegal.

Embora tenha olfato apurado, dois de seus maiores problemas são não enxergar e não ouvir bem. Assim, torna-se presa fácil. Conhecido também por tatu-de-folha, tatuetê, tatu-veado e tatu-verdadeiro, tem uma característica singular, que o distingue dos demais: a fêmea sempre dá à luz quatro ou cinco filhotes do mesmo sexo. A denominação científica deste fenômeno é poliembrionia.

Fisicamente, além da carapaça tradicional, tem cabeça alongada, olhos pequenos, orelhas grandes e cauda comprida. Bom nadador, atravessa cursos rasos d’água sem respirar, simplesmente caminhando no fundo do leito. Quando o rio é largo, não pestaneja: enche os pulmões a plena força e nada semi-imerso.

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