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Karlos Cabral quer mais espaço para debater a educação inclusiva

No intuito de ampliar o debate sobre educação inclusiva, tão necessário e pouco abordado, tramita na Assembleia Legislativa de Goiás a proposta de instituir o Dia Estadual de Luta pela Educação Inclusiva, de autoria do deputado Karlos Cabral (PDT). Se aprovada a proposta, a data comemorativa, definida como 14 de abril, passa a fazer parte do calendário oficial de eventos de Goiás. 
No processo nº 4800/21, Cabral assinala que o dia de Luta pela Educação Inclusiva é comemorado no cenário nacional desde 2004, a fim de reafirmar a defesa de uma educação verdadeiramente inclusiva, que tenha como referência aqueles que têm sido reiteradamente excluídos dos sistemas de ensino formal: negros, meninas, homossexuais, índios, populações em situação de rua, adolescentes autores de ato infracional e pessoas com deficiência (crianças e jovens), que constituem o público-alvo da educação especial. 
Ao defender a pauta voltada à cidadania, o deputado ressalta a educação como um direito afirmado na Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), na Declaração de Incheon (2015), na Constituição Federal (1988), na Lei nº 13.005/2014, do Plano Nacional de Educação e na Lei nº 11.738/2008, do Piso Nacional do Magistério.
“A principal diferença entre a escola inclusiva e a escola especial, é que a escola inclusiva é toda instituição de ensino que deve propiciar um ambiente acolhedor e inclusivo a todas as pessoas, retirando as barreiras que impedem o desenvolvimento pleno dos indivíduos. Já a escola especial consiste em institutos que acolhem uma parcela da sociedade a fim de tratar as suas necessidades específicas, que por muitas vezes, ficam desamparadas pelo ensino regular”, define Karlos.
O deputado ressalta ainda que, “ter uma escola inclusiva significa ter um ambiente acolhedor e inclusivo a todas as pessoas, ou seja, propiciar a todos os cidadãos um espaço físico, material e educacional, que abranja a todos nas suas especificidades”, diz. 
Na opinião do legislador, a educação inclusiva propicia uma formação mais consciente e sensível às diferenças, além de ampliar a inserção social das pessoas com deficiência.

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