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Marlúcio Pereira defende que Aparecida não pode aceitar expansão carcerária

O líder político, aparecidense, Marlúcio Pereira continua defendendo a descentralização do Complexo Prisional em Aparecida de Goiânia. Esta já é uma antiga luta travada por ele e que agora ganhou força depois que o Governo de Goiás anunciou a expansão do sistema semiaberto no município.

O novo presídio deve abrigar cerca de 1.500 apenados e o projeto da obra deverá ficar pronto em menos de 30 dias. Ainda segundo informações da imprensa local, a nova unidade será composta por quatro módulos de carceragem, galpões industriais, além de espaço para triagem, isolamento e unidades de saúde educacional e assistência penal.

Para Marlúcio, Aparecida já deu sua contribuição neste sentido e já passou da hora do governo tirar esta carga da cidade. “Chega! Aparecida não aguenta mais ficar com este ônus. Não podemos permitir que o cidadão cometa um crime lá do outro lado do estado e venha pra cá. Quem quiser que cuide do seu preso”, protesta Marlúcio.

Ele lembra ainda que a população aparecidense vive com medo por ter no município, o maior complexo prisional do estado, que é um verdadeira bomba relógio, com uma super população carcerária, que rotineiramente promove rebeliões. A última de maior proporção ocorreu em janeiro de 2018 na Penitenciária Odenir Guimarães e resultou na morte de nove presos e 14 ficaram feridos.

“Todas as vezes que tem uma rebelião lá a população fica apavorada, acuada, com medo de sair de casa. Então não podemos mais aceitar um tipo de coisa dessa”, acrescenta Marlúcio.

Ainda como deputado ele realizou várias audiências públicas sobre o tema, levou esta preocupação os governadores e secretários de segurança e agora pretende mais uma vez reunir as lideranças políticas da cidade, a população, entidades classistas para juntos “Dizerem não” a esta ideia do Governo Estadual. “Precisamos deixar claro que não queremos mais presos aqui. Queremos na verdade é mais pólos industriais, escolas, hospitais, rede de água e esgoto e mais empresas para gerar emprego e renda para nosso povo”, defende.

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