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PC prende 4 pessoas integrantes de associação criminosa destinada à prática de golpes pelo pix

Vítimas do Rio Grande do Sul tiveram prejuízo de aproximadamente R$ 31 mil

A Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GREF/DEIC), apresetou no final da manhã de hoje, 30, três homens (27, 30, 31 anos) e uma mulher (20 anos) que se organizaram para a prática de golpes.

Foram identificadas pelo menos duas vítimas até o momento, de 57 e 67 anos de idade, residentes em Porto Alegre/RS. Os golpes ocorreram nos dias 26 e 27 de agosto de 2021. No primeiro caso, a vítima teve um prejuízo de R$ 19.980, já no segundo a vítima foi lesada em R$ 10.796. Graças à rápida intervenção policial, parte dos valores foi bloqueada.

Trata-se de crime de estelionato mediante fraude eletrônica, envolvendo engenharia social conhecida como “Golpe do Número Novo”. No caso em tela, no dias já mencionados, os criminosos utilizaram as fotos dos filhos das vítimas no perfil do aplicativo de mensagens e, após habilitarem um número novo, enviaram mensagens para a vítima solicitando valores sob o pretexto de que haviam excedido o limite diário.

Nesse sentido, após a tomada de conhecimento dos delitos, diversas diligências cartorárias e de campo levadas a cabo pelos investigadores da PCGO culminaram na captura e prisão dos autores nos seguintes setores: Jardim Monte Cristo, em Aparecida de Goiânia; Setor Central em Aragoiânia; Setores Santa Genoveva e Aeroviário, em Goiânia.

Durante o interrogatório, dois dos suspeitos confessaram que arregimentavam pessoas interessadas em alugar contas e ainda repassavam, ao final, a maior parte do dinheiro do crime à integrantes da associação criminosa recolhidos no sistema prisional. Além disso, os donos de conta “alugadas” confessaram que recebiam 5% pelos valores que ingressassem e, em seguida, tinham como obrigação repassar os demais montantes aos intermediários.

Pelos fatos descritos os suspeitos foram autuados pelos crimes do art. 171, parágrafo 2º-A e 4º e 288, ambos do Código Penal.

Eles foram recolhidos ao Presídio e após a comunicação de sua prisão, passaram à disposição da Justiça. A investigação prossegue para alcançar os demais comparsas.

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