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Policlínica de Quirinópolis capacita sobre segurança do paciente

Para promover a disseminação da cultura de segurança do paciente dentro da instituição, a Policlínica Estadual da Região Sudoeste – Quirinópolis realizou um treinamento sobre os protocolos de identificação do paciente, prevenção de quedas e higienização das mãos para os colaboradores da unidade do Governo de Goiás. A ação foi organizada pela enfermeira Adriana Ferreira.

De acordo com Adriana, o treinamento busca ampliar e refletir em cada profissional a importância dos protocolos necessários para um atendimento seguro e de excelência aos pacientes atendidos na Policlínica. “O protocolo tem o intuito padronizar a identificação do paciente na instituição, a fim de reduzir a ocorrência de incidentes/eventos adversos relacionados à assistência à saúde. O processo de identificação do paciente deve assegurar que o cuidado seja prestado à pessoa para a qual se destina”, explicou.

A enfermeira destaca que medidas simples, como a colocação de pulseiras de identificação nos pacientes, podem minimizar o problema. “Pesquisas apontam uma boa aceitação desse recurso, desde que o paciente entenda que é uma forma de aumentar a segurança no cuidado”, afirmou.

Sobre o protocolo de prevenção de quedas, a profissional ressaltou que a queda de pacientes dentro do ambiente hospitalar está entre os principais e mais difíceis eventos a serem evitados. Por isso, a prevenção de queda tem sido enfatizada como indicador importante de segurança do paciente. “Nosso objetivo é reduzir a ocorrência de queda de pacientes nos pontos de assistência e o dano dela decorrente, por meio da implementação de medidas que contemplem a avaliação de risco do paciente, garantam o cuidado multiprofissional em um ambiente seguro, e promovam a educação do paciente, familiares e profissionais”, concluiu.

Higienização das mãos
Em 2007, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o 5 de maio como Dia Mundial de Higiene das Mãos, com o tema Salve vidas: higienize as mãos. O objetivo é melhorar a higienização das mãos e reduzir as infecções relacionadas à assistência à saúde, promovendo a segurança de pacientes, profissionais e demais usuários nos serviços de saúde.

Adriana explica que higienização das mãos deve ocorrer em cinco momentos: antes de tocar o paciente, antes da realização de procedimento limpo/asséptico, após o risco de exposição a fluidos corporais ou excreções, após tocar o paciente e após tocar superfícies próximas ao paciente.

Julianna Adornelas (texto e foto)/Instituto CEM 

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