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Presidente da ACIRLAG apoia a classe empresarial e o retorno da atividade econômica

Em entrevista à imprensa aparecidense, o presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial da Região Leste de Aparecida de Goiânia (ACIRLAG), Maione Padeiro voltou a demostrar preocupação com os efeitos da quarentena na economia local.   Ele comemora a flexibilização do decreto do governo estadual para o retorno de algumas atividades, mas defende que é preciso mais. “Ficamos felizes com a mudança de postura do governo, sabemos que o mais importante agora é a saúde, mas o comércio e a indústria precisam voltar a produzir, e claro, com os devidos cuidados”, pondera Maione.

Segundo as mudanças divulgadas ontem pelo governo estadual, fica permitida a abertura de algumas novas atividades, determinando que ficam autorizados a funcionar borracharias, oficinas, restaurantes e lanchonetes em rodovias no Estado. Oficinas mecânicas e borracharias em áreas urbanas também poderão abrir em regime de revezamento, que será estabelecido pelos municípios goianos.

Além das obras da construção civil relacionadas a energia elétrica, saneamento básico, hospitalares e penitenciárias, o decreto do governador determina ainda que as obras de infraestrutura do poder público e aquelas de interesse social, bem como os estabelecimentos comerciais e industriais que lhes forneçam os respectivos insumos não estão mais entre as atividades com suspensão prevista.

Maione ressalta que estas medidas são importantes e ajudam a preservar vidas, mas preciso levar em conta que há vários estabelecimentos que funcionam sem a necessidade de aglomerações, com cada funcionário trabalhando em seu posto sem o contato de risco com ninguém. Ele alerta ainda uma maior flexibilização do decreto, já que o fornecimento de alguns produtos já começam a ficar comprometidos. “Claro que não podemos deixar que cheguemos um colapso com outros países, devemos isolar os grupos de risco, como nosso idosos, mas precisamos pensar no empresário, que é quem faz girar a roda da nossa economia”, defende Maione.

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