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Professor Alcides propõe incluir escolas conveniadas no índice do Ideb

Com atuação destacada em defesa da educação básica, o deputado federal Professor Alcides (PP) esteve reunido nesta semana com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, quando tratou de assuntos referentes ao ensino público no Brasil, em especial sobre dois requerimentos dele apresentados à Comissão de Educação da Câmara Federal.
Um deles sugere ao MEC que sejam contabilizados como alunos de escolas públicas os estudantes das escolas conveniadas para efeito do cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação (Ideb), formulado para medir a qualidade do aprendizado nacional e estabelecer metas para melhoria do ensino.
O outro propõe ao governo federal que todas as escolas públicas com mais de 300 alunos do 6º ano em diante sejam contempladas com uma fanfarra doada pelo Ministério da Educação.
Abraham Weintraub gostou das sugestões e garantiu ao deputado que vai atendê-las assim que forem oficializadas junto ao Ministério, após aprovação na Comissão de Educação.
“A avaliação das escolas conveniadas com entes públicos, seja o Município, o Estado ou a União, hoje não compõem a base de dados dos cálculos do Ideb e essa medida se torna necessária uma vez que, mantidas com recursos do erário, elas adquirem o status de públicas e devem ser avaliadas em conjunto com as escolas públicas”, justificou Professor Alcides.
A contabilização das escolas conveniadas na avaliação do Ideb vai impliar o horizonte da pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). “O intuito dessa medida é o de termos um retrato mais próximo da realidade do ensino básico no Brasil, permitindo o estabelecimento de metas eficazes para a melhoria do ensino nas escolas brasileiras”, acrescentou.

Fanfarras
Em relação às fanfarras, Professor Alcides explicou ao ministro Abraham Weintraub que, além de trabalhar a musicalidade dos alunos, as fanfarras ganham importância no processo ensino-aprendizagem nas escolas públicas. “São um importante instrumento de divulgação para a própria escola, que ganham identidade e promovem a inclusão dos alunos com a comunidade escolar e com os moradores da região em que ele reside. Os alunos aprendem a ter mais disciplina, a cumprir horário, a trabalhar em equipe na execução de coreografias, passam a interagir mais e a ter respeito com os colegas”, explicou.
Os dois requerimentos serão debatidos e votados na Comissão de Educação na semana que vem.

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