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MP aciona Justiça contra estátua da Havan e aponta poluição visual; Luciano Hang reage

O Ministério Público (MP) ingressou com uma ação na Justiça contra a instalação de uma estátua da rede varejista Havan, localizada em uma unidade em São Luís. A estrutura, que possui cerca de 35 metros de altura e faz referência à Estátua da Liberdade, é alvo de questionamentos por suposta “poluição visual”.

De acordo com a Promotoria, a dimensão da estátua e seu impacto na paisagem urbana motivaram a ação judicial, que busca avaliar a legalidade da instalação e possíveis irregularidades relacionadas ao ordenamento urbano da cidade.

A peça do Ministério Público aponta que estruturas desse porte podem interferir negativamente no ambiente visual e urbano, exigindo análise criteriosa quanto às normas municipais e ambientais.

O empresário Luciano Hang, dono da Havan, reagiu à iniciativa do MP e criticou a ação. Em declaração, afirmou que a medida representa “o fim da picada”, demonstrando insatisfação com o questionamento judicial envolvendo a estrutura.

A estátua, que se tornou uma marca registrada das lojas da rede em diversas cidades do país, já gerou debates em outros municípios sobre seu impacto visual e adequação às legislações locais.

O caso agora será analisado pela Justiça, que deverá decidir se a estrutura poderá permanecer no local ou se haverá necessidade de adequações ou até remoção.

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